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Gennaro

29 de Outubro

Gennaro é filho de sanfoneiro, aos 12 anos ganhou uma sanfona, não levou muito tempo e já estava tocando em todo tipo de evento. Aos 14 anos, chega de mala e cuia no Rio de Janeiro. Chegando no Rio, passou dois anos exercendo outras atividades fora da música, mas aos 16 anos começa a tocar nas casas de forró da cidade. Em 1075, surgiu o primeiro convite para tocar com a cantora Marinês, com quem trabalhou por todo o Nordeste. A partir de 1976 começou a gravar com vários artistas, do forró ao rock, e em 1978 veio a consagração com o convite do produtor Abdias para gravar o seu primeiro LP pela CBS, onde fez 3 LPs. Teve grande sucesso no Nordeste com um forró instrumental de sua autoria – Forró Pifando. Nesse mesmo período, passou a integrar a banda de Zé Ramalho, com quem tocou por um ano e três meses. Em 1981, foi convidado a tocar Luiz Gonzaga, com quem tocou alguns meses indo logo depois para o Trio Nordestino, onde ficou durante onze anos como sanfoneiro e cantor desse grupo. Fez sucesso com várias músicas, entre elas “Neném mulher” – um sucesso nacional. Em 1981, mudou-se para o Recife, onde passou a gravar com os artistas tanto do Recife como os de fora, entre eles, Dominguinhos, Flávio José, Jorge de Altinho, Alcimar monteiro, Alceu Valença, Adelmário Coelho, Maciel Melo, Edigar Mão Branca, Santanna O Cantador, entre muitos outros artistas. Gennaro revolucionou a maneira de gravar no Nordeste, colocando o Recife como um dos melhores lugares no Brasil para se gravar e tocar forró. Paralelo as gravações, Gennaro faz carreira solo como cantor e compositor fazendo grande sucesso dentro do circuito universitário de forró do Sudeste do País (Eixo Rio-São Paulo) tendo várias composições conhecidas como “Grão de areia” e “Esconderijo do amor” (esta última em parceria com Xico Bizerra). Com quatro décadas dedicadas à musica nordestina e à sanfona, Gennaro hoje é, sem dúvida, um dos grandes nomes do forró e importante representante do legado deixado por Luiz Gonzaga. (FONTE: PRODUÇÃO DO ARTISTA)

Sandra Belê

26 de Novembro

Dona de uma voz marcante e presença de palco envolvente, Sandra Belê dispōe do talento e da atitude que compōem uma grande artista. Chamada – dentre tantos adjetivos – de “Patativa do Cariri”, a cabocla natural da pequena cidade de Zabelê, no Cariri Paraibano, carrega a cidade não só no nome e nas lembranças, mas na força, na ousadia e na criatividade que marcam presença em seus CDs, shows e entrevistas. Tendo iniciado sua carreira em 1998, Sandra foi logo notada pelo seu jeito singular de se expressar. Dentre as principais realizações de sua carreira, a cantora traz em seu currículo a participação como atriz e cantora na microssérie exibida pela Rede Globo, “A Pedra do Reino”; o recebimento do Troféu Gonzagão, o “Oscar” da musica nordestina; a apresentação que recepcionou o Presidente do Banco Mundial em sua visita ao Brasil; o recebimento do prêmio Mulher Forte Anaíde Beiriz; a realização dos shows- homenagens a Zé do Norte e João do Vale pelo projeto Sete Notas (SESC- PB); o encerramento da Semana Jose Lins do Rego em que cantou com Dominguinhos e a OSJPB; e a participação desde 2011 como apresentadora do programa junino “Arraial Itararé” da TV Nordeste, filiada da TV Cultura na Paraíba. Ultrapassando as fronteiras do Nordeste, Sandra Belê vem fazendo shows em diversas cidades de São Paulo. Em 2014, fez shows na Virada Cultural, nos SESCs Bauru e São Carlos e na reconhecida casa de forr[o “Canto da Ema”. No mesmo ano, participou do programa JR News Talentos, com Heródoto Barbeiro, na Record News. Em 2015, além dos SESCs Santos, Santana e Santo André, em São Paulo, Sandra também participou do programa PARATODOS da emissora nacional, TV Brasil. Em 2015, a cantora apresentou, além do show “Prisma”, três projetos diferenciados ao seu público: “Cantando para o Eterno”; o show Estampada, especial para as festas juninas; e o “Sandra Belê – Voz e Sanfona”, com músicas do cancioneiro nordestino cantadas de forma intimista com a sanfona. (FONTE: PRODUÇÃO DA ARTISTA)

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